Sem-nome

Prólogo

O problema de se ter uma musa é que, no final, toda história acaba igual e a musa vai embora.

O ideal seria abstrair suas criações, generalizar sentimentos e não pré-definir a história baseada em alguma musa qualquer. Por mais que se tente, uma hora, acabam-se rendendo à esse recurso. E infelizmente, ele te faz ser infiel com a história, com o jeito que tudo-deveria-ser. E então, você fica refém de algo imprevisível. E é assim que grandes histórias se perdem no meio do caminho.

Por mais que você tente abstrair, você sempre acaba escrevendo sobre suas emoções e nem sempre (eu diria nunca) elas são justas com o rumo que a história deveria seguir. Ou pior: justas com você.

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